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Começou-se em stencil, com os desenhadores a fazerem os desenhos diretamente na cera, no primeiro número.
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No segundo número, grande conquista técnica! Graças ao stencil electrónico, os originais podiam ser as pranchas em papel, permitindo grandes melhorias no desenho.
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O terceiro número já tinha garantida a impressão em offset, o que era fundamental para o alargamento da distribuição a outros liceus, a base fundamental de leitores, apesar de outros interessados na Banda Desenhada manterem algum tipo de contacto com a revista. Começou também uma experiência com personagens que ficcionavam os nomes de autores: O Grupo Alfa.
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O quarto número mantém o Offset mas diminui para formato A5 de forma a beneficiar da diminuição de custos de impressão. Um fanzine de Banda Desenhada criada, gerida, distribuida e lida por adolescentes autónomos, antes do 25 de Abril, começou a ser incómodo, Não porque expressasse qualquer tipo de reflexão política, ou análise ou abordasse qualquer situação "censurável". Éramos todos muito jovens, no início, sem qualquer formação ou inclinação política, nunca existindo essa dimensão no Fanzine. Neste número surge uma história liderada por uma personagem feminina, uma vez que se tinha obtido autorização de distribuição em alguns liceus femininos de Lisboa.
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O quinto e último número, mantém o formato A5. Os custos cada vez são mais difíceis de pagar. Os apoios financeiros desaparecem, a hipótese de publicidade nunca se concretiza, os colegas autores entram em percursos de vida diferentes, começam-se a desenvolver consciências políticas em ritmo, profundidade e orientações diversas. A aventura acaba, as memórias são deliciosas. Ainda procuro o número 5...
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